"O homem não é nada em si mesmo. Não passa de uma probabilidade infinita. Mas ele é o responsável infinito dessa probabilidade." Albert Camus
domingo, 23 de março de 2014
As violetas.
Há uns anos, á porta da Igreja dos Congregados, havia uma velhinha a vender raminhos de violeta.
Era certo e sabido, que ao entrarmos na Igreja íamos encontrar três ou quatro raminhos colocados de acordo com o tamanho dos braços de cada um, no altar do Sto. António, que existe logo á esquerda quem entra na igreja.
A senhora há muito deixou de lá estar.
As violetas também deixaram de existir…
A casa verde
A casa
A Primavera
Os miúdos que chegam
A mesa. No centro, um ramo de flores do campo ainda com bocadinhos de orvalho.
O bolo de cenoura e especiarias ainda quente...
A alegria das vozes e as gargalhadas.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
A casa começa a ficar um palácio...
Com alas em forma de quartos silênciosos
Sem ruídos de outras pessoas e com uma arrumação superficial pouco comum.
Só as gavetas quando se abrem, é que ainda mostram a vida que falta na casa.
A rapariga que roubava livros
Gostei do filme
Gostei da voz e dos diálogos da morte
Da poesia que transparecia nas cores e na amizade dos miúdos
Das personalidades do casal, tão próximos no essencial...
Gosto sobreudo de começar a ver filmes sobre esta tragédia onde se vê o lado dos "maus"
O medo, o silêncio pesadissimo, a sobrevivência...
Duro muito duro e sobretudo sinto-me impotente para fazer juizos de valor.
Se estivesse lá o que faria?
È assustador pensar como tudo é possivel e está tão próximo.
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